Quando somos jovens, pensamos sempre em fazer o mínimo: até onde posso ir sem ser apanhado? Até onde posso ir na maldade sem perder o céu? Uma fé mais madura não procura o mínimo, mas está disposta a sacrificar e confiar em Deus. Paulo aconselha Timóteo acerca do seu trabalho no ministério, incentivando-o a tornar a sua fé persistente: "insiste a propósito e fora de propósito". Quando amadurecemos na fé, vemos Jesus não como alguém que merece o nosso esforço mínimo, mas que merece toda a nossa vida: hoje mais do que ontem e amanhã mais do que hoje.

Crescer na fé é, naturalmente, baseado na experiência de outras pessoas. Recebemos a fé pelos pais, avós ou outros adultos – como os catequistas. Aceitamos as suas palavras como certas e garantidas. Por fim, para que a fé amadureça, ela deve tornar-se muito pessoal para nós, pois a fé (verdadeira) cresce através de um encontro pessoal com Deus. Nesta mensagemm, veremos a história de Naamã e como ele chegou à fé no único Deus verdadeiro de Israel. Veremos a história de Naamã para ver como podemos tornar a nossa fé pessoal, com um encontro com Deus.

Quando éramos crianças, aprendemos a fazer as nossas orações. Memorizámos as orações antes das refeições, o "Pai Nosso", a "Ave Maria" e as orações para dormir. As orações rotineiras são boas, mas, para amadurecer na fé, precisamos ir além de dizer as nossas orações para entrar em oração e conversar com Deus com base nos eventos e detalhes da nossa vida. Neste episódio, veremos o profeta Habacuc como um modelo para a oração.

Quando somos crianças, podemos ver a fé como algo que "fazemos" aos domingos, uma aula de catequese ou uma hora para acabar depressa. Uma pessoa mais madura vê a fé como um modo de vida e uma maneira de agarrar a vida eterna oferecida por Deus. Neste episódio examinamos as instruções de Paulo para "conquistar a vida eterna". Para crescer na fé, precisamos mudar a nossa visão do cristianismo de algo que fazemos durante uma hora para um modo de vida que vivemos.

Quando somos jovens, somos ensinados a assumir responsabilidades por aquilo que é nosso. Uma fé mais madura faz-nos ver que tudo pertence a Deus e que só faz sentido ver que a vida não é nossa, somos administradores da vida que Deus nos confiou. Neste episódio, veremos a parábola do administrador desonesto e o que ele nos ensina sobre o uso inteligente dos nossos bens.

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