May 19, 2019

180º #grande_questao

Podes ser um crente muito convicto ou alguém que vive com muitas dúvidas e incertezas, mas há uma grande questão que trazes no coração: se Deus é bom, se Deus é todo poderoso, como justificar a dor, o sofrimento e a doença?
Antes de responder à grande questão, vamos olhar para o apóstolo Paulo. Em Atos 14, 8-10 ele acaba de curar um homem paralítico. Por isso, os habitantes da cidade de Listra querem adorá-lo como se fosse um deus. Paulo rejeita a adoração e é apedrejado quase até à morte.
No dia seguinte, Paulo e Barnabé fazem-se à estrada e vão para outra cidade. Tempos mais tarde, depois de fazerem muitos discípulos em Derbe, regressam a Listra, conforme escutámos na primeira leitura deste domingo.
Apesar das perseguições, Paulo e Barnabé «iam fortalecendo as almas dos discípulos e exortavam-nos a permanecerem firmes na fé, “porque – diziam eles – temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus”» (At 14,22).
Parece que, de alguma maneira, o sofrimento e a dor fazem parte da lista de condições para entrar no Reino de Deus. Provavelmente, porque o sofrimento e a dor ajudam a moldar a pessoa, a fortalecer a fé, a crescer na perseverança…
“Deus, obrigado. Se calhar, não vou nem posso entender este mistério da dor. Mas, agradeço, porque sei que me estás a ajudar a crescer, a ser diferente, a ser mais forte, mais disciplinado. Obrigado.”

May 12, 2019

180º #Planos_de_Deus

Para muitos, o apóstolo Paulo é um dos homens mais influentes de sempre da História da Humanidade. Mas quem é Paulo?
Na Bíblia, a referência de Paulo aparece no livro dos Atos dos Apóstolos: está a perseguir os cristãos, a prender e a mandar matar os seguidores de Jesus.
Paulo era um bom fariseu, conhecia e vivia a Lei e amava Deus acima de tudo e todos. Ele pensava que estava certo e, obviamente, não aceitava Jesus nem a sua mensagem.
Pensava isso e colocava em prática, através da perseguição aos cristãos. E mudou.
Quantas vezes seguimos os pensamentos errados, com consequências negativas para a nossa vida e para a vida dos outros? Olhemos para os terroristas: têm pensamentos errados e matam, pensando que o que pensam é o certo.
Nesta semana, somos convidados a estar mais atentos àquilo que vemos, que lemos, que ouvimos. Podemos substituir uma revista cor de rosa por um salmo. Podemos substituir a televisão pela leitura de algum livro útil. Já leste “Renovação Divina” do Padre James Mallon?
Também somos convidados a ter um tempo diário para a oração.
“Deus, talvez haja algo errado na minha vida. Se calhar estou cego, como Paulo. Ilumina-me. Ajuda-me a ver a luz”.

Apresentaram os apóstolos ao tribunal e o sumo sacerdote perguntou-lhes: «Então nós não vos tínhamos proibido de falarem no nome desse homem? Afinal têm enchido Jerusalém dessa doutrina e ainda por cima querem fazer recair sobre nós a culpa da sua morte!» Então Pedro e os outros apóstolos responderam: «É mais importante obedecer a Deus do que aos homens. O Deus dos nossos antepassados ressuscitou Jesus, que vocês mataram pregando-o num madeiro. Mas Deus deu-lhe o lugar de honra como Chefe e Salvador, para dar ao povo de Israel a oportunidade de se arrepender dos seus pecados e de ser perdoado. Nós somos testemunhas de tudo isso — nós e o Espírito Santo, que Deus dá aos que lhe obedecem.». Então os judeus mandaram castigá-los e deram-lhes ordens para não falarem mais no nome de Jesus. Depois soltaram-nos. Os apóstolos saíram do tribunal muito contentes por Deus os ter achado dignos de sofrerem por causa de Jesus. E não se cansavam de ensinar todos os dias no templo, e de casa em casa, e de pregar a boa nova de que Jesus é o Messias. (Atos 5, 27b-32.40b-42)
Pedro, que antes tinha negado Jesus 3 vezes, dá agora testemunho dEle diante daqueles que O mataram. Pedro e os apóstolos são homens diferentes. Alguma coisa muito forte terá acontecido naquela manhã de páscoa…
Agora, toca a ti viveres sem medo e proclamar que Jesus está vivo no meio dos homens, como Senhor e Salvador. Se Deus está por ti, quem poderá estar contra ti?

April 28, 2019

180º #cura

Pelas mãos dos Apóstolos realizavam-se muitos milagres e prodígios entre o povo. Unidos pelos mesmos sentimentos, reuniam-se todos no Pórtico de Salomão; nenhum dos outros se atrevia a juntar-se a eles, mas o povo enaltecia-os. Uma multidão cada vez maior de homens e mulheres aderia ao Senhor pela fé, de tal maneira que traziam os doentes para as ruas e colocavam-nos em enxergas e em catres, para que, à passagem de Pedro, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles. Das cidades vizinhas de Jerusalém, a multidão também acorria, trazendo enfermos e atormentados por espíritos impuros e todos eram curados. (Atos dos Apóstolos 5,12-16)
A Igreja continua a obra de Jesus (“pelas mãos dos Apóstolos realizavam-se muitos milagres e prodígios entre o povo”) e “uma multidão cada vez maior de homens e mulheres aderia ao Senhor pela fé”.
A Igreja crescia porque era lugar de cura, hospital para pecadores. A Igreja cresce quando é uma casa que acolhe e não julga, que ama e não condena, que cura e não excomunga.
Uma coisa é certa: Ele quer que a tua vida dê uma volta de 180º. Quer curar a tua vida.
Lembra-te, pessoas magoadas, magoam pessoas.
Pessoas curadas, curam pessoas.

“Deus nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a Sua misericórdia” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium 3)

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